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Chakra Coronário (Sahasrara no oriente)

O centro de força coronário está situado no alto da cabeça. Tem conexão direta com a glândula pineal a que corresponde no corpo físico. É conhecido como “lótus de mil pétalas,” por ser formado de um grande número de pás que giram intensamente. É constituído por um conjunto de 972 pétalas sendo 12 no centro e 960 na periferia (dado subjetivo​, conforme sentem​ou percebem os clarividentes). Sua cor varia muito conforme o grau de evolução do Espírito, embora o azul ou azul-violeta seja mais comumente referido.

O desenvolvimento espiritual faz com que o coronário passe a captar as energias (vibrações) do mundo mental ao invés do mundo astral.

Os antigos cristãos, hindus, chineses, egípcios, tibetanos e outros monges raspavam a cabeça como símbolo do caminho aberto para receberem a luz do alto. Com o tempo a Igreja reduziu a raspagem para a ”tonsura”, um pequeno círculo raspado feito no alto da cabeça antes do sacerdote receber a ordem “ostiária”, ou ordem menor. Significando que abandonaria a materialidade se tornando “clérigo, que significa “escolhido”.

O chakra coronário é o sintonizador das ondas do plano mental, recebidas por telepatia. Assim, capta:

  1. Ondas mentais de espíritos desencarnados, expressando pela voz, ou seja, pela psicofonia consciente; ou pela escrita, ou seja psicografia consciente. A onda mental ao ser captada pelo coronário é direcionada para a glândula pineal que a envia para o córtex cerebral, onde essa onda é transformada em raciocínio no nível do córtex. Essa captação pode ser aceita e retransmitida, rejeitada ou alterada pelo modo de pensar do médium.
  2. ​Ondas mentais da “noosfera”. Noosfera é o campo ou região do universo onde circulam as correntes de pensamento ou “noúres”. Estudos sobre noosfera e noúres, podem ser encontrados nos escritos de Pietro Ubaldi e Teilhard de Chardin.​ ​
  3. ​Ondas mentais de espíritos encarnados, pessoas do nosso mundo físico. Quando claramente percebidas constitui a telepatia comum.

É importante fixarmos o conceito de que os médiuns recebem pelo coronário as ondas mentais, portanto são comunicações intuitivas, telepáticas. O Espírito comunicante pensa, em qualquer idioma, digamos chinês, o médium capta através do chakra coronário a onda mental, daí a onda segue para a pineal e em seguida para o cérebro (córtex). No córtex, o médium registra o pensamento em sua própria língua, digamos português, e o transforma em palavras e frases com seu próprio vocabulário. Não há necessidade, neste tipo de comunicação, de proximidade em termos de distância física, entre o espírito comunicante e o médium. Podem estar a milhares de quilômetros de distância, se houver sintonia haverá o recebimento da comunicação, mas as palavras, os termos, o vocabulário, sotaque e até construções fraseológicas são do médium. Isto constitui a psicofonia consciente, a popular incorporação. Esta mensagem também poderia ser captada pelo mesmo processo, mas ao invés de ser falada, psicofônica, poderia ser escrita, uma psicografia não-automática, ou psicografia consciente.

Desta forma, se compreende que dois ou mais médiuns podem captar uma mesma mensagem por sintonizar com um Espírito que está emitindo à distância um pensamento. Além de ambos reproduzirem, cada médium poderá dar, automaticamente, sua vestidura pessoal a mensagem, isto precisamos entender como um fenômeno normal, deve ser respeitado, porém​,​ est​ejamos​ nós cientes que, nem sempre o Espírito se expressaria exatamente daquela forma.

Ricardo Di Bernardi

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